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olhos que lêem

vou deixar-te acreditar que decifraste o meu olhar, com a certeza que de mim não sabes mais nada.

2 comentários

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    olhosqueleem

    13.07.21

    Eugénio,
    Essa ferrugem do tempo, que tudo arrasta...
    O medo da farsa...
    todo o poema pode ser enquadrados nas três linhas que escrevi.
    Porém a suavidade desses pequenos sóis que nascem espontâneos na natureza, de um amarelo mais claro que os malmequeres do campo, são extremamente belos. Serão inevitavelmente arrastados pelo tempo, pelo passar dos dias...pela chuva.
    Voltando ao teu poema, por vezes nós somos esses pequenos sóis (ou eu sinto que o sou), por vezes arrastada nas correntes da vida :(
    Um abraço.
    Ana
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